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25 de jun. de 2008

Angel - "A Batalha de Seraph"

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“In Nomeni Patri Et Fili Spiritus Sancti”. Foram as últimas palavras proferidas pelo anjo Joliet, segundo no comando daquela legião de 50 anjos. Tinham sido enviados pelo conselho de lordes celestiais até aquele inóspito plano espiritual, denominado "Arkhania" e já se preparavam para a batalha quando foram avisados por um sentinela de que a falange de Seraph se aproximava, cortando ruidosamente o céu naquela noite tenebrosa.

"Ao longe ouvia-se o rumor agonizante do bater das asas de penas negras daqueles anjos caídos... Numerosos como as estrelas do firmamento e ferozes como cães de caça à espreita". Angeline fitou Aleph, o líder dos 50 anjos como se esperasse algum alento para aquele momento único e aterrador. Era como se quisesse a confirmação de algo. Uma resposta!

Aleph assentiu silenciosamente com a cabeça e recuou alguns metros a passos lentos. Sem que os outros anjos de seu grupo percebessem, Angeline distanciou-se deles e alçou vôo em direção à nuvem negra que se aproximava rápida e voraz, engolindo tudo em sua trajetória nefasta. Os anjos ignoravam o agourento barulho que tornava-se gradativamente ensurdecedor, e concentrados em oração, pediam a proteção de Deus contra aquele exército das trevas... Quando um grito pavoroso tirou-os de seus estados de meditação.

- Angeline! Não faça isso. Por favor, Angel... Não! – O anjo Gabrielle gritava, enquanto debatia-se ao ser segurada pelo anjo Soma, evitando assim que ela seguisse Angeline naquele inexplicável ato suicida... todos olhavam incrédulos, a terrível cena que se desenrolara naquele momento...

A bestial nuvem de anjos caídos incubrira parcialmente a lua e por um breve instante todos foram cegados pela escuridão fantasmagórica que se formara repentinamente. Para muitos dos anjos de Aleph, o terror e o medo foram maiores do que a própria fé. Aleph mantinha-se de punho cerrado, indiferente, à frente dos outros 48 anjos... Era como se soubesse desde o começo o que Angel pretendia fazer... E só agora, Joliet, Soma e os outros também entendiam... Só havia uma coisa à ser feita.
O anjo Dewdrop ajoelhou-se e inclinou a cabeça para frente. Não queria testemunhar “o suicídio de um anjo...”


... E aquela noite tornou-se dia por longos e terríveis minutos, que mais pareciam horas. Angeline despedaçou-se numa luz tão intensa quanto o amor que a fez dar sua vida pela de Aleph. O anjo caído Seraph foi apanhado por aquele clarão apocalíptico e terminal... Tombou junto a centenas de outros anjos negros. Milhares sobreviveram, mas foram exterminados por Aleph e seus “48 anjos”.

No final da batalha, eles eram apenas oito ao todo. Haviam travado a mais sangrenta das carnificinas... Aquela noite marcou a queda de Seraph, porém marcou também o fim de Angeline.

Aleph abaixou a cabeça em sinal de luto. Para o anjo Sephiroth, aquele gesto era uma alusão à derrota. Aquela batalha não tinha um ganhador... Todos saíram perdedores...
O líder daqueles 7 anjos sabia que não haveria alento algum. Não precisava de confirmação... Pois já tinha a resposta final... O conselho celeste não o perdoaria. Jamais!

12 de jun. de 2008

Prólogo: "Os 4 Anjos"

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Tudo parecia está mais calmo naquela bela manhã. Jeliel repousava à sombra de uma frondosa e imponente árvore, perdida em seu profundo sono angelical quando foi sacudida e trazida para a realidade por um outro anjo que encontrava-se um tanto inquieto.

- Acorde Jeliel. Os Heavens chamam pelo teu nome, és uma dentre os escolhidos. Tens que cumprir o que pra ti está reservado. - Um prolongado bocejo foi a resposta do belo anjo para aquele que a havia acordado.
- Lorde Cassiel a espera. Vamos, levante-se! - Insistiu o mesmo.

Jeliel apertou os olhos, ofuscados pela luminescência ímpar daquela manhã e só então pôde fitar melhor o rosto pálido e aterrorizado de Remiel, seu irmão mais novo.

- O que houve, Remiel? - Indagou Jeliel ao mesmo tempo em que sentava-se, apoiando uma das mãos sobre a gramínea verde, enquanto que a outra afastava os cabelos dourados que caíam-lhe pelos olhos. A resposta veio rápida e seca:
- O rumor da trombeta de Cassiel rasgou o céu nesta manhã. Tem algo acontecendo, Jeliel. Todos os Heavens estão no jardim das brumas neste momento. - Remiel encontrava-se visivelmente perturbado e disparava as palavras sem cessar, até ser interrompido por Jeliel:
- Calma, tenha calma. Você sabe o que aconteceu?
- Não. Mas tem algo a ver com o novo querubim... - O pequeno Remiel quase engasgara, antes de terminar a frase. - ...O anjo sem asas!


O jardim das brumas exalava um agradável odor de flores, que brotavam de todos os lugares; no centro havia um pequeno altar onde três anjos prostravam-se perante dois anjos Heavens de maior patente: Cassiel e Abel. Jeliel aproximou-se do altar, parecia estar meio sem jeito e antes que pudesse pronunciar algo, Cassiel desceu os degraus que o separavam e pegou-a carinhosamente pela mão de pele alva e macia.
- Venha meu pequeno anjo, não temas. Você, junto a estes três anjos - Falou Cassiel, apontando para os demais, que agora levantavam-se lentamente. - Foram chamados aqui por seus dons únicos dentre todos os outros.

Jeliel contemplou uma a uma, as faces daqueles que tiveram a mesma sorte que ela. Primeiramente a de Laoviah, que sorriu-lhe cordialmente em troca. Passou para a de Asamiah Uziel e seus olhos emitiram um ar de aprovação pela bela anja de cabelos negros...

...Por último, encarou o anjo mais esquisito que ela já vira em toda a sua breve vida. O único desprovido de asas. Envergonhada, arriscou um sorriso, que saiu meio sem graça e tudo o que conseguiu receber em troca foi um olhar frio e impassível, digno do ar de superioridade que ele demonstrava. O chamavam simplesmente de "Querubim"...Mebahel Querubim!



10 de jun. de 2008

Soul Killer - O Legado do Assassino

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Não existe um tempo certo, mas ele sempre retornará...
É como uma sede que nunca se sacia. Uma alma que almeja retornar para o corpo que sempre lhe pertenceu...

Os seres que habitam este plano intermediário entre o céu e o inferno, nada sabem acerca de si mesmos. A vida é efêmera e esses seres a desperdiçam com múltiplas banalidades, vivendo de maneira paradoxal... Muitos tentam se esconder atrás de suas máscaras infames, criadas sem percepção alguma.

Enquanto eu e você conhecemos o motivo pelo qual estamos aqui. Poucos dos que vivem aqui sabem o que é o extremo... Por que não há absolutamente nada de extremo neste mundo entre o céu e o inferno... Tudo aqui é uma verdadeira piada!

Daniel, é preciso encontrar o sentido de sua existência, coisa que os humanos raramente acham. E quando você encontra, você deixa de ser um deles. Sua visão transcende o seu olhar e passarás a enxergar com os olhos de tua alma...
Bem vindo ao novo mundo. Seu batismo de fogo está terminado... Viverás no extremo e o ser que agora habita em teu espírito é parte de ti...

...Daniel Kane, você agora faz parte desta sociedade. Por que ele retornou em você. Sua sede está bem longe de se saciar. És agora um assassino...
...Um assassino de Almas!
 

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